14 chaves para aliviar a alergia

Atualizado el24 de abril de 2018, 18:08

Viver em um oitavo andar aumenta a severidade dos sintomas de alergia a primavera, muito mais do que viver em um primeiro. Este curiosos dado o revelou um estudo publicado na revista científica Alergia e que foi elaborado pelo serviço de Alergologia do Hospital Rio Hortega de Campinas.

Parece que o pólen tende a aumentar seu nível de concentração à medida que aumenta a altura e a isso deve ser acrescentado que as correntes de ar que facilitam o pólen se eleve a níveis mais elevados.

É verdade que você não pode mudar de casa, para evitar este efeito, mas você pode fazer muitas outras coisas que, se você ajudá-lo a tornar mais suportáveis os indesejáveis sintomas da alergia. Se você é um dos 8 milhões de alérgicos a algum tipo de pólen que há em Portugal, com as precauções e dicas que apresentamos em seguida, você pode reduzir o seu impacto e aliviar os sintomas de sua alergia, evitando que vá a mais.

14 chaves para combater a alergia

Evitar totalmente a exposição ao pólen é impossível, mas pode defender-se através de medidas como estas… dentro e fora.

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CABELO SAUDÁVEL

Em casa

  1. Areja a casa ao meio-dia, já que nas primeiras horas da manhã a concentração de pólen é maior. Cinco minutos são suficientes para arejar perfeitamente um quarto. O resto do dia, mantenha as janelas fechadas.
  2. Passa o aspirador de pó em vez de varrer, e limpa o pó com panos húmidos para que o pó não “voar” de um lado para o outro.
  3. Não lojas de roupa ao ar livre, já que o pólen adere às peças.
  4. Coloque filtros do sistema de ar condicionado e as saídas de ventilação. Existem filtros especiais antipolen.
  5. Desinfecta o que é certo, um excesso de limpeza eleva o risco de alergias. Acha que com muita higiene lhe economiza todo o trabalho, o sistema imunológico, e este pode acabar agindo quando não deve.
  6. Controla o estresse, já que pode agravar os sintomas. A alergia é uma doença auto-imune, ou seja, o seu próprio organismo acaba atacando a si mesmo. O stress não é a causa, mas pode agudizarla.
  7. Ao chegar em casa, tome um duche e passe de roupa. É recomendado mesmo que você lave o cabelo para remover as partículas de pólen.

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Previsão

No exterior

  1. Procure não sair a primeira hora da manhã e ao entardecer, a concentração de pólen é maior de 5 a 10 da manhã e das 7 às 10 da noite.
  2. Evita estadias mais longas em parques, jardins e áreas florestais, já que poderia desencadenarte uma crise.
  3. Óculos de sol para proteger seus olhos do pólen.
  4. Valoriza o uso de uma máscara que se cubra o nariz e a boca se você sofre habitualmente sintomas muito fortes, principalmente se você não tem mais remédio que sair de casa em dias de alta polinização. Certifique-se de que seja uma máscara homologada. As máscaras tipo cirúrgicas não são suficientes, porque não têm nenhum sistema de filtragem e são fabricadas com um material semelhante ao papel cujos poros, deixa passar o pólen.
  5. Planeje suas saídas e consulta da web www.polenes.com a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SEAIC), onde você poderá conhecer os níveis de cada tipo de pólen em um determinado lugar. Também existem aplicativos para celular, como “Pólen controle”, “AlertaPolen”, “Alergo Alarm”. Isso pode te ajudar a evitar os lugares e dias mais críticos.
  6. Ao escolher o destino, melhor praia e montanha, já que no mar há pouco pólen e é ideal para os alérgicos.
  7. Viaje com as janelas do carro raise para evitar que entre pólen. Existem também filtros antipolen para os veículos.

Fatores que se predispõem a alergia

  • A época em que nasceste. Se foi antes da polinização, a exposição ao alérgeno, quando seu sistema imunológico ainda imaturo pode aumentar o risco de sofrer de uma alergia no futuro.

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Tratamentos

  • Não recebeu aleitamento materno. Está provado que o leite da mãe transmite ao bebê anticorpos que protegem contra alergias, entre outros problemas de saúde.
  • Você vive em uma cidade. Nos centros urbanos, há muitos poluentes no ar, acima de tudo, partículas diesel). E a quantidade aumenta ano após ano devido ao aumento do tráfego. Essas partículas se agravarem os sintomas de alergia, especialmente aqueles que afetam os brônquios. Mas não só isso, os contaminantes também criam um ambiente hostil para as plantas, que “enfatizam”. Para se defender, estas geram um pólen muito mais agressivo que o de zonas rurais não contaminadas.
  • Do fumo. A fumaça do cigarro provoca um efeito similar ao do impacto de partículas de combustível diesel nas pessoas afetadas por alergias: aumenta a sua sensibilidade ao pólen e intensifica os sintomas próprios desta condição.

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